Jura que faz trilha !

Copa do mundo no Brasil e chuva praticamente todos os dias da semana em Manguetown. Chove e faz sol no mesmo dia e essa é a característica do inverno que está apenas começando aqui em Pernambuco. A chuva pode passar de um inconveniente a um impedidor total de fazer trilha. Mas existe algo com poder maior para impedir uma boa trilha: falta de companheiros que topem ir com você. Não se faz trilha sozinho.

A situação desse fim de semana estava crítica nesse aspecto. São João na terça-feira conjugado com jogo do Brasil na segunda e feriado de Corpus Christi na quinta-feira anterior significa que para algumas pessoas seria um feriadão de quase 7 dias. Bastava imprensar a sexta-feira. Muita gente viaja para o interior para aproveitar as festas juninas e todos os meus companheiros tinham algum impedimento para a tradicional trilha do sábado. Bem no meio do imenso feriadão.

Mas eis que um novo integrante do Portal Big Trails me manda uma mensagem privada perguntando quando é que vai ser a próxima. No sábado, eu respondo, e aí o quórum mínimo foi alcançado: Dois. O Jurandilson Ferreira, também conhecido como Jura, procurava um parceiro para um passeio. Não conhecia muito a região, apesar de ser natural de Manguetown.

Convidei vários outros amigos mas nenhum topou ir conosco. O Diego amanheceu gripado e cancelou a ida. Agora só falta a presença do Sol para trilha ficar boa.

Manhã de sábado com sol após uma madrugada de chuva. O plano original era fazer a trilha da Usina Bom Jesus mas o Gian já havia dito que se estivesse molhada essa trilha ficava muito difícil. Depois do trauma da trilha do Picadinho eu não estava muito disposto a radicalizar. Sendo assim, a alternativa é fazer trilha em areia de Praia. Vamos visitar nosso amigo Coqueiro Solitário na praia do Porto. Trilha plana, praticamente 100% na areia que mesmo molhada não traz dificuldade adicional. O único porém é que a maré será grande (lua minguante quase cheia) e não sei se dá para ir até a ilhota com a maré cheia que aconteceria mais ou menos na hora que chegaríamos por lá.

Na sexta-feira eu havia colocado o bar raiser na XT66 tornando-a ainda mais radical. Pneus Karoo 3 já haviam mostrado que são excelentes na breve e interrompida trilha da semana passada com Omar e Eduardo. Com o bar raiser o guidão fica numa posição bem mais confortável para pilotar em pé na XT66, quase tão confortável quanto na BMW F800 GS. Queria experimentar isso numa boa trilha e o sábado trouxe a chance.

Nos encontramos no tradicional posto Shell da Abdias de Carvalho as 7 horas. Várias outras motos street estavam por lá. Logo vi a Ténéré do Jura estacionada na frente da loja de conveniência. Abasteci a XT66 com 4 litros de gasolina que completaram o tanque depois da trilha da semana passada. Andei pouco mesmo. Mas hoje vamos andar mais.

Jura muito simpático me fala que tem a Ténéré já há alguns anos, fez algumas viagens de longa distância e anda muito com o pessoal do Ténéré Club. Fez curso de pilotagem na Honda onde teve a chance de pilotar as CRF 230 em off-road e gostou muito. Jovem esperto e inteligente, topava qualquer proposta. Expliquei para ele as nossas alternativas de trilha e ele disse que o que eu decidir fica bom para ele. Simpático e solícito, Jura deixa uma excelente primeira impressão. Se pilotar tão bem quanto é simpático será o companheiro perfeito para fazer trilha. Veremos logo mais adiante.

Tomei um café expresso, conversamos até as 7:40 e pegamos a BR-101 sul em direção a Serrambi, via Rota do Atlântico, a rodovia pedagiada que liga o Cabo a Porto de Galinhas, passando por dentro do Complexo de Suape. Próximo ao entroncamento da estrada que liga Porto de Galinhas a estrada de Camela->Serrambi, saímos para a subida do Outeiro. Malvadeza minha, confesso. Estávamos frios ainda, andamos uns 100 metros de terra e encaramos logo uma subida íngreme com areia e erosão. Agora a trilha começa de verdade e nessa hora as diferenças entre a XT66 e a BMW F800GS apareceram. Havia subido essa ladeira com Homero há 15 dias com a BMW F800gs e levei um tombo quase parado porque o pneu de asfalto não deu tração na subida. A roda traseira desliza, tenta ultrapassar a roda dianteira pela esquerda, derrapando. Tombo. Agora com a XT66 equipada com Karoo 3 vai ser diferente!!! De fato, vai ser diferente. Tração não falta porém …. a curva de torque da XTzona é diferente do torque da BMW F800GS. A F800gs é muuuuuuuito mais potente e a força aparece em baixíssimas rotações. O cuidado na F800 é para não acelerar muito pois sobra potência. A XT66 tem lá a sua força em baixa mas não é a mesma coisa. Tem que acelerar mais. Eu estava desacostumado, não acelerei o necessário e de repente a moto morre em plena subida. Tombo de novo. Ora bolas ! Será que eu nunca vou conseguir subir essa danada dessa ladeira ? A segunda diferença entre a XT66 e a BMW F800GS apareceu, torque menor e num giro mais alto. A primeira é a aderência superior da XT66 com Karoo3. Moto no chão sem maiores consequências (afinal eu estava praticamente parado). Aparece então a terceira diferença: Como a XT66 é leve !!! Leve ???!!!! Sim, leve em relação a BMW F800GS !! Ahhhh bom. Levantei a moto sozinho e vi que o Jura tinha tombado lá embaixo. Perguntei se tinha se machucado, tudo em ordem por lá. Acelera que ela sobe !!! Encontrei com ele lá em cima e paramos para tirar umas fotos.

 

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Bela vista que o Jura não conhecia. E ele curtindo muito! Que beleza. O pequeno tombo na subida não significa nada. O mais importante é que ele encarou o tombo na boa, não deu o menor sinal de abatimento. Hmmm, interessante. Essa característica de resiliência é muito importante para fazer trilha. O garoto tem potencial. Até agora tudo bem. Muitos marmanjos desanimam se levam um tombinho de nada nos 5 primeiros minutos de trilha. Para Jura tava tudo OK, ele tava curtindo e achando o máximo o visual lá de cima. Vamos em frente !.

Descemos pelo mesmo lugar que subimos. Ainda não queria descer pela alternativa pois tava muito molhado e com erosão. Descemos sem incidentes e pegamos a trilha do manguezal, com areia branca por meio da mata de pau-de-mangue. Errei o caminho e voltamos precocemente para o asfalto. Backtracking, vamos pela mata fechada, uma beleza, e caímos no areal que não consegui atravessar com Homero há 15 dias. Mas dessa vez decidi encarar. Achamos uma passagem estreita por meio do alagado e passamos sem problema. Tive chance de ver o Jura mandando bem na areia da trilha apertada. Sempre que olhava para o meu retrovisor o Jura estava lá. Não precisei parar para esperar. Hmmmm, bom sinal. Só consigo andar assim com Homero. Será que Jura consegue acompanhar ? Até agora ele está indo muito bem. Dessa vez eu liguei o wikiloc para mapear a trilha por dentro do manguezal. Dá para ver que o sinal de GPS foi perdido justamente na parte mais interessante da curta trilha. Observem o início dela e verão

Pegamos a estrada asfaltada (eca) para Serrambi e fomos arriscar uma visita a meus amigos Ricardo Carvalho e Fabíola em Enseadinha. Sorte que eles estavam lá, verdade que os acordamos (quer dizer, o Ricardo pois Fabíola já estava em plena atividade). Eram umas 9hs da manhã, tomamos um café com eles, batemos um papo, trocamos uns abraços(sempre muito bem recebidos na casa de FabíoImagemla e Ricardo e fomos visitar o outro Carvalho, primo de Ricardo, Dr Tárcio no outro lado de Serrambi. Fomos carinhosamente recebidos pelo Tárcio e pela Camilla. Tive chance de dar um abraço de aniversário em Tárcio que não pude dar no passeio anterior com Homero. Por pouco não o havíamos encontrado no pontal de Serrambi. Mais bate papo, tiramos umas fotos e pegamos a estrada asfaltada, dessa vez até Tamandaré, passando por Carneiros.

Agora começa a segunda parte da trilha. A estradinha que liga Tamandaré a Praia do Porto passando por traz de Mamucabinhas. Essa é uma estradinha de uma enorme plantação de côco com chão de areia. Na primeira vez que passei por essa estada, com a BMW F800 GS cheguei ao fim dela absolutamente exausto. Era só a tensão da pilotagem no chão de areia. Na segunda vez, fui com os amigos do Falcão Sobre Rodas e frequentemente tinha que parar para que o grupo me alcançasse. Achei que teria que fazer vários mamão-check para o Jura me alcançar mas que nada ! Sempre que olhava para o retrovisor, lá estava o Jura me acompanhando. E eu não aliviei não ! Afinal, estava com a XT66 com Karoo 3 !! Uma delícia na trilha de areia. Acelerei mesmo e o Jura sempre no mesmo passo. Caramba, o garoto é bom mesmo. A Ténéré estava equipada com pneus normais de uso misto, com baú e tudo e mesmo assim andava de igual para igual com a XT66 semi-radicalizada (falta o escape por cima e o protetor de mão). Chegamos a praia e no areial enorme onde eu tive uma interação gravitacional não controlada com um coqueiro derrubado durante o passeio com os Falcões. Mas agora é diferente. Gás aberto, a XT66 flutuava sobre a areia e danei-me em direção a praia, com o mar cheio. Para minha surpresa, mesmo com a maré alta, ainda tinha uma faixa de areia ligando o continente a Ilhota do coqueirinho. Parei a moto e tirei uma foto da valente XT66.

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Jura estava lutando com a areia e acelerava bastante a Té 250 e tive chance de tirar umas belas fotos do companheiro em ação.

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A tensão da pilotagem na areia fofa cansa qualquer um e decidimos descansar um pouco, tirar umas fotos. Encontramos uma dupla de aventureiros que vinham de moto desde Maceió e estavam na ilhota também tirando umas fotos e eles fizeram o obséquio.

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E agora ? Para onde vamos ? Tínhamos 3 alternativas: Voltar por onde viemos (boring), passar pelo “restaurante” que estressou conosco ou seguir pela Big Rock sul e voltar por Barreiros. Quando fizemos a trilha com os Falcões em fevereiro o Omar não recomendou subirmos a Big Rock. Mas agora é diferente, éramos apenas 2 e o Jura tava mandando muito bem. Além disso a vista lá de cima é maravilhosa e eu ainda não tinha ido lá de moto. A única dificuldade era encarar muuuuuuita areia fofa na beira da praia. E com o mar batendo, não haveria margem para erro. Acelerar, dar gás e não deixar a moto atolar. Reforcei a dica para o Jura, que vi rapidamente “baixando o trem de pouso” na primeira perna do areial. Mostrei para ele, pés na pedaleira, dar gás e olhar para onde quer ir. Dito isso e já fui-me embora para o nonolito sul da Praia do Porto. Tinha uns caras jogando bola na praia e atrapalhamos o jogo deles passando rapidinho pelo campo estreito (e inclinado) na faixa de areia. Foco na pedra, foco na pedra e o areião fica muito fofo. Mais gás ! Mais gás porque se atolar aqui vai dar trabalho. A XT66 urrava ia devagarzinho levantando o véu de areia no pneu traseiro mas não parou. Fim da praia, hora de subir para o mato e passar por uma pequena porteira que leva ao mato. Acerto de primeira, subo para a parte mais dura e olho para traz para ver como o Jura tava indo. Subiu na areia seca e deu umas patinadas mas passou direto. Cabra bom !! Vamos embora descer a parte de traz do monolito para subir para a Big Rock e aí eu dou bobeira e levou um tombo na areia. Jura assistiu de camarote. Caí de lado e a pancada foi tão forte que o meu rim esquerdo subiu até a garganta. Tive que engolir forte para fazer ele voltar ao lugar certo. Pausa para recuperar o fôlego. Nenhum dano além do orgulho. Como Jura ainda não está acostumado com as minhas quedas ele ficou um pouco preocupado. Relaxa, faz parte do show e sempre tenho que dar uma lambança dessas senão a trilha não tem graça. Meus companheiros já estão acostumados e mal podem esperar acontecer para darem umas boas risadas ! Em tempo o Jura também …

Pegamos a estradinha de barro que leva a subida até Big Rock e aí o lance é acelerar. Muita erosão, escolha a linha de subida e dá-lhe gás senão é chão na certa. Agora separaremos os homens dos pratos de papa ! De novo Jura-que-faz-trilha subiu direto e curtiu muito. Lá em cima tiramos umas fotos belíssimas. Tenho que voltar com os companheiros e transformar essa trilha no ritual definitivo de iniciação no grupo de trilheiros.

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Pegamos a trilha de volta a PE-060 seguindo pelas estradinhas de canavial para o entroncamento perto da ponte que fica antes da entrada de Barreiros.

 

Essa trilha tem umas variantes interessantes a esquerda que levam para a Varzea do Una o que abre uma possibilidade interessante para fazer um super passeio que envolva a Praia do Gravatá.

Chegamos a PE-060 por volta de meio dia e a fome bateu. Decidimos voltar direto para Recife e encerrar o passeio, dando tempo para lavarmos motos e coisas tais. O sol estava forte durante toda a manhã e deve ter secado as trilhas, e aí pensei passar pelo Picadinho e superar o meu trauma, agora com Karoo 3 e o chão mais seco. Pegamos asfalto direto até a entrada para a PE-028, a estrada que leva a Gaibú. Logo depois da linha do trem, pegamos a entrada a esquerda que leva para  a agora estrada de serviço da Rota do Atlântico. Seco. hmmm , legal. Estrada reta de barro úmido, sem lama. As motos andando bem e seguimos paralelos a Rota do Atlântico e cruzamos com duas motos de trilha. Pegamos a saída a direita por baixo do viaduto e estávamos na Trilha do Picadinho (antiga Estrada Velha de Barreiros). Seco também. Agora é só achar a saída a esquerda para a ponte de pedestres ao lado da ponte do trem sobre o Rio Pirapema (ou Pirapama). Algumas poças dágua com lama, nada demais. Lembrei-me de quando fazia trilhas com a DT 180 aqui há 30 anos e a impressão é muito parecida. A trilha é chata, a verdade é essa. Não tem curva, só buraco, muita trepidação causada pelas pedras. Boring. Mas tá valendo assim mesmo. Na variante para a Praia do Paiva, que agora está a nossa esquerda, um grande grupo de motos de trilha estavam paradas, batendo papo. Saudamos com uma buzinada e seguimos em frente.

Na saída a esquerda, subimos para o trilho do trem. Muita lama cinza, algumas escorregadas bizarras mas nada demais. Pegamos o lado certo, em cima da brita e a esquerda das sucatas de trilho de trem. Não cometeria o mesmo erro duas vezes. Pausa em cima da ponte de pedestres para tirarmos uma foto.

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Que fome !!!

Já estamos perto das 13hs e a última comida foi as 6 da manhã, um rocambole de doce de goiaba. O jeito é tapear a fome com uma barra de cereais. Descemos a passarela de pedestres numa manobra estreita para sair do tilho de trem e voltamos ao Picadinho, agora mais frequentado e com menos mato invadindo a trilha. De cara encontramos um caminhão de entrega de bebidas. So much for a motorcycle trail…. Sem incidentes chegamos a Ponte dos Carvalhos e nos perdemos no trânsito confuso. Como fazer para chegar a BR-101 ??? Não tem sinal e aparentemente todas as ruas são contra-mão. Levou um tempo mas chegamos a rodovia e tocamos para Recife. O Jura vai na frente pois ele que vai desviar para casa primeiro mas antes de nos despedirmos ele sugere um pequeno trecho de areia ao lado da BR-101 na altura da antiga Lagoa do Náutico. Lembro-me quando era criança e aquilo tudo ali era mato, deserto. Agora é um bairro popular com muitas crianças soltas na rua… Gostei não. Fiquei com medo e segui bem devagar porque o risco de pegar um garoto sapeca que corre e atravessa a rua é enorme.

Chegamos ao ponto de despedida. Deixamos um abraço e a promessa de fazermos mais trilhas no futuro. Em breve. A trilha acabou.

Conclusões e lições aprendidas

  • Não precisa de muito sol para a deixar a trilha seca. Havia chovido durante a madrugada da sexta para o sábado. Mas fez sol logo ao raiar do dia e ao meio dia a Trilha do Picadinho já estava seca. Ou seja, meio dia de sol e pronto. Verdade que trilhas mais baixas são outros 500 mas dá para encarar o Picadinho assim.
  • Cada moto tem a sua característica e a gente acaba ajustando o estilo de pilotagem a moto. Eu já estava acostumado ao torcão da BMW F800 GS em baixíssima rotação. Ela não morre nunca. Na XT66 tem que acelerar mais e não subi o morro do Outeiro de primeira por causa disso. Na trilha apertada dentro da mata de mangue a XT66 morreu algumas vezes em baixa rotação sem maiores consequências. Com a F800 e Homero, andei bem devagarzinho fazendo manobras bem fechadas e a negona num farrapou uma vez.
  • Dá para fazer um multi-passeio bem legal envolvendo Picadinho, Serrambi, Coqueirinho e Praia do Gravatá numa manhã, saindo cedinho. Para ficar perfeito é só arrumar uma trilha que conecte Nossa Senhora do Ó a Serrambi, passando por traz de Porto de Galinhas. Outra trilha ligando Serrambi a Sirinhaém+Guadulape a Praia dos Carneiros. E outra última trilha ligando a Praia do Porto até Praia do Gravatá. O passeio pode envolver um almoço em São José da Coroa Grande ou Barreiros e aí ficaria o 10 mesmo.
  • Jurandilson se mostrou o piloto mais capaz depois de Homero de andar no mesmo ritmo que eu. Omar calçado com Karoo 3 também deve andar junto. Mas o Jura tava com pneu normal. Imagine Jura-que-faz-trilha! com um pneu mais off …
  • Fazer as trilhas ao sábados tem uma intenção nobre que é dar tempo de lavar as motos no sábado a tarde ou durante o domingo. Só que está ficando dificil encontrar amigos que tem esse sábado livre. Os próximos passeios serão no domingo mesmo.

A melhor surpresa foi o novo companheiro de aventuras. Valeu a pena, mais uma alternativa e o risco de ficar sem ter com quem fazer trilha deve ter chegado ao máximo e agora tende a diminuir. Ainda bem.

Jura que faz trilha ? Juro !

 

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